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Apresentado no Salão de Frankfurt de 1966, o apelo do Targa era a segurança oferecida pelo santantônio. Essa segurança seria a razão de sua existência. Acredite se quiser, mas, segundo a Porsche, o modelo Targa foi concebido quando, no início da década de 60, começaram a circular boatos que a legislação americana poderia proibir a comercialização de conversíveis por lá. Estrategicamente, Ferry resolveu criar um modelo que tivesse um quê de conversível e ainda apresentasse a segurança de um cupê. Claro que a tal proibição nunca deixou de ser uma lenda.

Com teto de vidro retrátil eletricamente, que, recolhido, abre um espaço de 0,45 m² sobre as cabeças de seus passageiros, o 911 Targa chegará nas versões 4 e 4S, ambas com tração nas quatro rodas. A maior diferença entre elas é o motor, como sempre de seis cilindros opostos, ou boxer: a 4 traz um 3,6-litros de 345 cv, enquanto o 4S vem com um 3,8-litros, de 385 cv. Nos dois, agora se usa injeção direta de combustível, uma senhorita versátil que consegue ser amiga tanto do desempenho quanto da economia, dois caras que não costumam se bicar muito.

Categoria: Porsche

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