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Punto Evo

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Punto evo, Novo Punto

O Grande Punto foi um dos responsáveis por tirar a Fiat de uma das piores crises de sua história. Na Europa, o modelo é sucesso de público desde 2005 e obteve o mesmo êxito assim que desembarcou no país um ano depois.

Quatro anos depois de seu lançamento no Velho Continente, o hatch passa por sua primeira reestilização, com estreia prevista para o Salão de Frankfurt. As mudanças se concentram na dianteira, que ostenta uma grade parecida com a do compacto retrô Cinquecento. O para-choque também exibe linhas mais agressivas, com destaque para a entrada de ar.

Já a traseira possui lanternas com nova disposição de luzes e um novo para-choque, mais esportivo do que o anterior. O interior está mais requintado, com formas que lembram bastante o médio Bravo. O novo sistema Blue&Me inclui GPS e controles do telefone celular, que podem ser acessados por meio de uma tela sensível ao toque.

Os motores a gasolina contam com a tecnologia MultiAir, que controla a admissão de ar e resulta em mais potência, torque e menor emissão de poluentes, além de mais economia. Freios com sistema anti-travamento (ABS) e sete airbags – incluindo uma bolsa inflável para proteção dos joelhos – completam o pacote de itens de série.

O Punto Evo chega às concessionárias européias na segunda quinzena de outubro. Ainda não se sabe quando as mudanças devem chegar ao país.

Fonte: Motorhaus

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September 1st, 2009

Fiat 500 chega ao Brasil

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A Fiat apresentou uma grande surpresa no QRX 2009, evento realizado pela revista Quatro Rodas no Autódromo de Interlagos durante os dias 9 e 14 de junho.

O Cinquecento, que já havia dado o ar de sua graça no último Salão do Automóvel, chegou no local na manhã da quinta-feira e logo passou a ser o centro das atenções. Equipado com um motor 1.4 16V de 100 cv, o compacto não fez feio e andou perto de modelos maiores e mais potentes, graças a sua boa relação peso/potência.

O carrinho é fabricado na planta de Tychy, na Polônia, e usa a mesma base do novo Ford Ka europeu. Tem espaço para apenas quatro passageiros, mas que são bem tratados: o 500 conta com ar-condicionado, freios com sistema anti-travamento (ABS), controle de estabilidade (ESP), direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo e bancos de couro.

A Fiat afirmou que o Cinquecento chega ao Brasil ainda no segundo semestre, na mesma versão exibida no QRX. Especula-se que o preço deve girar em torno de R$ 70 mil, meio termo entre o smart fortwo (vendido por quase R$ 60 mil) e o Mini Cooper, cujo preço parte dos R$ 92 mil.

Por: Vitor Matsubara, Motor Haus

June 17th, 2009

Fiat – Veículo de número de 250.000 na Argentina

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Fiat na argentina

A Fiat Auto Argentina comemora a produção do veículo de número 250 mil, desde que iniciou a produção na planta industrial de Ferreyra, em Córdoba, elevando para quase 2 milhões, o número de veículos produzidos pela marca em solo argentino.

O veículo número 250.000 é um Siena HLX Flex, na cor preta, que foi recebido com muito entusiasmo por um grande número de operários da Fiat na linha final de produção do carro.


Mesmo com o fantasma da “crise mundial”, a produção da fábrica de Córdoba teve um significativo aumento no nivel de produção, superando 300 unidades diárias produzidas.

Só neste ano, de janeiro a abril, foram produzidas 13.283 unidades. Se a produção for comparada ao mesmo período em 2008, foram 2.971 unidades a mais.

Fonte: Motor Notícias, Quebarato

May 16th, 2009

Parceria entre Chrysler e Fiat

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parceria-entre-chrysler-e-fiat

A concordata da Chrysler e a aliança com a Fiat podem trazer desdobramentos ainda incertos e bem além da América do Norte. Existia esperança de um acordo com os credores de bônus da empresa americana para evitar os tribunais. Como não ocorreu, a previsão é que entre 30 e 60 dias surja uma nova empresa. O principal acionista seria o sindicado dos trabalhadores com 55%; a Fiat, 20%; os governos americano e canadense, 10%; e os credores, o restante.

A maioria dos analistas locais tende ao ceticismo. Estranham o conflito de interesses, pois o sindicato também representa os metalúrgicos da GM e da Ford. Relembram que a Studebaker, em 1933, foi a única marca a sobreviver à concordata, mas acabou desaparecendo. Associações entre americanos e europeus nunca deram certo nos EUA: AMC e Renault, além da própria Chrysler com a Daimler (desfeita em 2007).

A Fiat afirma que não colocará dinheiro vivo – mesmo porque enfrenta seus próprios problemas –, limitando-se a ceder tecnologia, produtos e apoio em gestão. Isso, porém, gera custos e o cronograma conspira contra. Podem passar dois ou três anos até o primeiro modelo sair das instalações no México. Seria tarde demais.

Para Rexford Parker, ex-diretor da consultoria californiana Auto Pacific, “o acordo foi feito mais para tentar evitar o desemprego de 30.000 pessoas, de uma só vez, além de outros milhares em cadeia. Concebido até com certa inocência, será difícil resistir até o fim do ano. Faltou perguntar aos compradores o que desejam adquirir da nova Chrysler, no futuro. Já a Fiat saiu daqui 25 anos atrás com imagem abalada”. Persistem dúvidas se os americanos realmente pretendam migrar para carros menores.

Aparentemente, a empresa italiana pouco perderia, além do tempo escasso dos executivos e trabalho de engenharia. De outro lado, teria acesso a picapes e utilitários que lhe fazem falta no Brasil. Ocorre, de fato, que a Fiat precisa mudar seu porte atual: fabrica apenas 2,5 milhões de unidades/ano. Na Itália quase 70% das vendas são de concorrentes importados e, assim, não alcança escalas de produção. O grande salto seria se associar à sufocada Opel, que o executivo Sergio Marchionne colocou entre as prioridades, negociando com a GM. Existem, porém, resistências sindicais na Alemanha, na Itália e até entraves políticos, fora outros candidatos à Opel.

Há quem interprete a estratégia do ítalo-canadense como tentativa de aproveitar oportunidades. Outros atribuem esses movimentos apenas ao seu estilo agitado, a exemplo do ensaio de aproximação, sem sucesso, com a Peugeot-Citroën. Também duvidam do fôlego financeiro, embora rumores apontem que a Fiat separaria as unidades de tratores (CNH) e de veículos comerciais (Iveco). Estas representam cerca de dois terços do faturamento do grupo e são rentáveis.

Marchionne acha, ainda, que a subsidiária brasileira da GM, pelos laços técnicos com a Opel, poderia entrar no negócio tripartite, formando conglomerado entre os três maiores do mundo. Caso confirmado, e mais a situação final da GM nos EUA – tudo por acontecer nos próximos 30 dias –, mostra potencial de reviravolta jamais visto na história da indústria em tão poucos meses.


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May 9th, 2009

Fiat Siena Fire

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Em época de poucas novidades, a Fiat continua apresentando seus lançamentos em ritmo de conta-gotas. Após revelar a linha 2010 do Palio Fire Economy e do Palio, agora a montadora anuncia a adoção de novos motores na linha Fire de Siena e Strada.

O sedã ganha o mesmo motor utilizado no Siena ELX, com 73 cv se abastecido com gasolina e 75 cv quando movido a álcool. De acordo com a marca, o motor é mais potente e econômico, e já atende às normas de emissões de poluentes do Proconve (Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores). Direção hidráulica e brake-light são alguns dos itens de série do Siena Fire, também vendido como modelo 2010.

Já a Strada Fire também ganhou coração novo. Com o mesmo propulsor presente na Strada Trekking, o carro passa a ter 85 cv com gasolina e 86 cv com álcool. Oferecida nas carrocerias simples e estendida, a picape será vendida com direção hidráulica de série, mas apenas para a cabine estendida.

 

Por: Vitor Motorhaus

January 14th, 2009
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