A perua da VW Jetta Variant em breve recebera atualização e será da geração MKIV também no brasil, com isso a volkswagen terá em sua gama de veículos três gerações do golf, a geração chamada de MKIV com o Golf Hatch back e Bora, a geração MkV com o Jetta e a geração MKVI com a futura Jetta variant. O motivo de somente a Jetta Variant receber a atualização no Brasil é que no mexico de onde a perua é importada ela foi a única a receber a atualização, então por isso o Jetta sedã continuará como MKV por enquanto. Em tempo o Golf MKVI chega por la em abril de 2010, então temos grandes possibilidades de termos o Golf VI por aqui em breve também.
Confira as fotos da nova Perua:


Lançamento do novo golf no mexico:

Mais uma vez o AutoNewsBrasil largando na frente, conseguimos fotos do novo carro da ford que "supostamente" vazaram na internet, porém os dados oficiais ainda não foram confirmados para esse modelo, porém foram a partir de flagras como esse que surgiram os novos SUVS da montadora, e que até o momento ainda estão sendo fabricados. Para entrar na briga da concorrência a Ford prevê o lançamento desse novo carro para meiados do ano de 2010.

De acordo com a análise das fotos, nota-se que o modelo teve a sua grade dianteira modificada, ainda conta com um para-choque redesenhado e que neles foram implementados luzes e leds.Já a traseira ostenta lanternas novas com um deseign mais "arrojado", o espaço interno é um dos destaques e, segundo a Ford, acomoda com conforto até cinco adultos, a montadora afirma que as dimensões do interior foram bem reestruturadas, porém não podemos alegar nada antes das fotos do interior serem realmente divulgadas pela Ford. A grande espectativa é a respeito das opções de motorização, espera-se ser implantado um novo motor a diesel, porém essa informação ainda não foi confirmada.

A maioria dos analistas locais tende ao ceticismo. Estranham o conflito de interesses, pois o sindicato também representa os metalúrgicos da GM e da Ford. Relembram que a Studebaker, em 1933, foi a única marca a sobreviver à concordata, mas acabou desaparecendo. Associações entre americanos e europeus nunca deram certo nos EUA: AMC e Renault, além da própria Chrysler com a Daimler (desfeita em 2007).
A Fiat afirma que não colocará dinheiro vivo – mesmo porque enfrenta seus próprios problemas –, limitando-se a ceder tecnologia, produtos e apoio em gestão. Isso, porém, gera custos e o cronograma conspira contra. Podem passar dois ou três anos até o primeiro modelo sair das instalações no México. Seria tarde demais.
Para Rexford Parker, ex-diretor da consultoria californiana Auto Pacific, “o acordo foi feito mais para tentar evitar o desemprego de 30.000 pessoas, de uma só vez, além de outros milhares em cadeia. Concebido até com certa inocência, será difícil resistir até o fim do ano. Faltou perguntar aos compradores o que desejam adquirir da nova Chrysler, no futuro. Já a Fiat saiu daqui 25 anos atrás com imagem abalada”. Persistem dúvidas se os americanos realmente pretendam migrar para carros menores.
Aparentemente, a empresa italiana pouco perderia, além do tempo escasso dos executivos e trabalho de engenharia. De outro lado, teria acesso a picapes e utilitários que lhe fazem falta no Brasil. Ocorre, de fato, que a Fiat precisa mudar seu porte atual: fabrica apenas 2,5 milhões de unidades/ano. Na Itália quase 70% das vendas são de concorrentes importados e, assim, não alcança escalas de produção. O grande salto seria se associar à sufocada Opel, que o executivo Sergio Marchionne colocou entre as prioridades, negociando com a GM. Existem, porém, resistências sindicais na Alemanha, na Itália e até entraves políticos, fora outros candidatos à Opel.
Há quem interprete a estratégia do ítalo-canadense como tentativa de aproveitar oportunidades. Outros atribuem esses movimentos apenas ao seu estilo agitado, a exemplo do ensaio de aproximação, sem sucesso, com a Peugeot-Citroën. Também duvidam do fôlego financeiro, embora rumores apontem que a Fiat separaria as unidades de tratores (CNH) e de veículos comerciais (Iveco). Estas representam cerca de dois terços do faturamento do grupo e são rentáveis.
Marchionne acha, ainda, que a subsidiária brasileira da GM, pelos laços técnicos com a Opel, poderia entrar no negócio tripartite, formando conglomerado entre os três maiores do mundo. Caso confirmado, e mais a situação final da GM nos EUA – tudo por acontecer nos próximos 30 dias –, mostra potencial de reviravolta jamais visto na história da indústria em tão poucos meses.

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GTby Citroën – Uma das atrações mais esperadas no 24º Festival International do Automóvel, que será aberto ao público nesta quarta-feira em Paris, é um carro que foi inspirado em um jogo, Gran Turismo 5, o veículos com design futurista e que podem mostrar tendências para o futuro.
Estamos em uma grande espectativa das máquinas que serão exibidas no salão este ano.