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	<title>Auto News Brasil - Notícias Automotivas. &#187; Colunistas</title>
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	<description>As melhores notícias do mundo automotivo estão aqui !</description>
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		<title>ESCOLHAS PONDERADAS</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 02:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin2</dc:creator>
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Não bastassem todos os problemas da crise econômica internacional, a indústria automobilística mundial deve enfrentar novos desafios na área ambiental e na de segurança veicular com reflexos inevitáveis no preço sugerido ao consumidor. Focando especificamente no segundo tema, um dos grandes complicadores é a falta de critério unificado entre órgãos de segurança dos Estados Unidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.jornalveiculos.com.br/controle/banner/cal_hit.asp?cd_assbanner=31" target="_blank"><img class="aligncenter" src="http://www.jornalveiculos.com.br/controle/banner/img/banner31.gif" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="formatar">
<p style="text-align: justify;">Não bastassem todos os problemas da <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/demissao-voluntaria-em-massa-na-gm/">crise econômica internacional</a>, a indústria automobilística mundial deve enfrentar novos desafios na área ambiental e na de segurança veicular com reflexos inevitáveis no preço sugerido ao consumidor. Focando especificamente no segundo tema, um dos grandes complicadores é a falta de critério unificado entre órgãos de segurança dos Estados Unidos (NHTSA) e da União Europeia (EuroNCAP) quanto aos testes de choque contra barreiras em laboratório.</p>
<p>As velocidades são diferentes, as barreiras idem e até os métodos (100% frontal ou em planos deslocados). Em geral um automóvel com classificação máxima (cinco estrelas) no EuroNCAP não vai tão bem no NHTSA e vice-versa. Fabricantes que vendem seus produtos nos dois lados do Atlântico acabam prejudicados na classificação máxima ou têm de encarecê-los com modificações às vezes complexas.</p>
<p>O processo de homologação nos EUA, chamado de federalização, é lento e demora até 24 meses. Carros pequenos podem exigir modificações, o que dá uma ideia dos obstáculos a superar pela <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/category/fiat/">Fiat</a> para conseguir vender seu <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/fiat-500/">modelo subcompacto 500</a>, após o acordo com a <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/category/chrysler/">Chrysler</a>.</p>
<p>Existe outra entidade americana (IIHS), ligada às seguradoras, que conquistou influência política e faz seus próprios testes. Recentemente, divulgou resultados de colisões em laboratórios, a 64 km/h, entre carros pequenos e grandes de uma mesma marca: smart X <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/category/mercedes/">Mercedes</a> Classe C; <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/honda-fit-2009/">Honda Fit</a> x Accord; <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/category/toyota/">Toyota</a> Yaris x Camry. Claro que aqueles de menor porte sofreram mais, além dos dummies (bonecos) indicarem ferimentos graves. O NHTSA argumenta que esse tipo de acidente corresponde a apenas 1% do total. Mas as empresas se prepararam para cobrar mais pelo seguro dos subcompactos.</p>
<p>Também não há regulamentação mundial para o apoio de cabeça central no banco traseiro. Fica a critério de cada fabricante, pois é rara a circulação com cinco passageiros e o terceiro apoio prejudica a visibilidade pelo retrovisor interno. Além disso, em geral crianças ou pessoas de baixa estatura são escolhidas para sentar no meio, posição onde o apoio fica sem função. Nem o cinto de segurança central de três pontos – mais útil que o terceiro encosto – é obrigatório. A instalação dessa peça, assim, acaba excluindo modelos mais baratos, do Tata Nano (nenhum apoio atrás) ao <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/novo-fiat-mille-2009/">Fiat Mille</a> (opção para dois). No Fiat 500 (sete airbags de série) os dois únicos encostos traseiros são opcionais, na versão básica.</p>
<p>O problema de encarecer os automóveis vai se complicar daqui para frente. O <strong>Brasil</strong> acaba de exigir <strong>freios ABS e airbags</strong> na totalidade dos modelos, escalonadamente, até 2014. São itens importantes, sem dúvida, porém não se considerou a relação custo-benefício de outros dispositivos singelos para a segurança ativa (evita acidentes). Aqui, ainda não são obrigatórias, por exemplo, repetidoras laterais das luzes direcionais e lanterna traseira de nevoeiro. Ambas muito úteis, de baixo custo e têm a ver com o dia-a-dia do trânsito.</p>
<p>Todas essas escolhas precisam ser bem ponderadas. Cada item adicional se traduz em aumento de preço, mesmo camuflado na mudança de ano-modelo ou em correções de origem inflacionária.</p>
<p style="text-align: center;">
<h2 style="text-align: center;">RODA VIVA</h2>
<ul>
<li><strong>PRÓXIMO</strong> ano será agitado em termos de novidades para a Peugeot. Da <strong>Argentina</strong> virão o multivan Partner e seu irmão Citroën Berlingo reestilizados, já no primeiro semestre. No final de 2010 chega o novo 308. Dessa vez a empresa francesa manteve o projeto original à venda na Europa. Nada de versão intermediária, como o 206 e meio, batizado de 207.</li>
<li><strong>DENATRAN</strong>, finalmente, conseguiu ver descontingenciado o total das verbas, ao menos neste ano, para campanhas do Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito. O Projeto Viva o Trânsito, por exemplo, atenderá quase 60.000 escolas do ensino fundamental de todo o País. Orientar a juventude é fundamental a fim de poupar vidas no futuro.</li>
<li><strong>CÂMBIO</strong> <strong>manual</strong> garante vivacidade ao Citroën C4 hatch, de 2 litros, 151/143 cv. Oferece menos conforto em relação ao automático, cujas hesitações ao pisar fundo (kick down) incomodam, mas tem preço e menor consumo a favor. Modelo argentino marca presença, é bem equipado pelo valor pedido, tem painel moderno e bom espaço interno. Ponto fraco: raspa em lombadas.</li>
<li><strong>FIM de linha</strong>, antes do previsto, para a Pontiac, corte adicional de concessionárias e de fábricas fazem parte do pacote com que a GM tenta evitar o pedido de concordata nos EUA, até o dia 30 de maio. Fritz Henderson, presidente, afirma que a estratégia é se preparar para ser rentável e não só sobreviver. Saab, Saturn e Hummer: marcas também a descartar.</li>
<li><a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/novo-fiat-mille-2009/"><strong>MILLE</strong></a> <strong>é o novo recordista nacional de longevidade – num momento que talvez não mereça comemoração. Em 2009 completa 25 anos, superando o Opala que pouco se modificou em 24 anos. Fora o Fusca, fenômeno à parte, o Gol é mais antigo (29 anos), mas mudou bem em 1994 e no modelo atual só ficou o nome. Mille ainda sobrevive até 2011, pelo menos.</strong></li>
</ul>
<ul>
<li>Clique aqui para ler mais informaçoes respeito do <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/novo-fiat-mille-2009/">Fiat Mille Modelo 2009</a></li>
</ul>
</div>
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		<title>Vw Passat CC</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 19:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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		<description><![CDATA[Dando boas vindas ao mais novo colunista do site: Paulo Fernandes, seja bem vindo a nossa equipe.
Falando um pouco de Tuning, performance, luxo, trago aqui uma das atrações da Volkswagen para o SEMA 2008, onde estará presente um dos últimos lançamentos da marca, o Passat CC. Mas não se trata apenas de um Passat CC [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_534" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/wp-content/uploads/2008/11/volkswagen-passat-cc-jpg.jpg"><img class="size-full wp-image-534" title="volkswagen-passat-cc-jpg" src="http://www.autonewsbrasil.com.br/wp-content/uploads/2008/11/volkswagen-passat-cc-jpg.jpg" alt="Volkswagen Passat CC" width="500" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Volkswagen Passat CC</p></div>
<p style="text-align: justify;">Dando boas vindas ao mais novo colunista do site: <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/category/paulo-j-fernandes/" target="_blank">Paulo Fernandes</a>, seja bem vindo a nossa equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando um pouco de Tuning, performance, luxo, trago aqui uma das atrações da Volkswagen para o SEMA 2008, onde estará presente um dos últimos lançamentos da marca, o Passat CC. Mas não se trata apenas de um Passat CC normal. Este vem equipado com o avanços tecnológicos de ultima geração já conhecidos na versão normal. Mas aqui deram a ele um “upgrade” deixando ele mais invocado.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isso, novos pára-choques com generosas entradas de ar na dianteira, na traseira escapamento duplo, e pára-choques com difusores de ar, rodas de 20 polegadas calçadas com pneus Yokohama 245/30  e saias laterais, a suspensão também foi retrabalhada, ficando mais baixa e rígida completam o visual agressivo.</p>
<p style="text-align: justify;">No interior, bancos concha esportivos e todo o aparato tecnológico a mão do motorista. Por ultimo, não menos importante o motor, esse um 2.0 ETI foi “mexido” ganhando generosos cavalos a mais em relação a sua versão normal.</p>
<p style="text-align: justify;">O motor ganhou turbo compressor, que possui 3 estágios. No primeiro, chamado “ Full Power”, o motor entrega 311CV, no modo “GT” são 252cv e no modo “Eco” são 222cv.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema de escapamento também foi modificado sendo ele todo de aço inoxidável. Para segurar toda essa potencia os freios são da Brembo com 4 pinças. Fico na dúvida, não será esse o futuro PASSAT CC RGT ou o mais novo integrante da família R?  Gostaria muito de ver a VW lançar esse modelo para brigar com o Mercedes CLS AMG.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: right;">Fonte de pesquisa: <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.topspeed.com/">Topspeed</a></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: right;">Por: <a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/category/paulo-j-fernandes/" target="_blank">Paulo J. Fernandes</a></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: right;">
<h4 style="text-align: center;">Artigos relacionados</h4>
<ol>
<li style="text-align: left;"><a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/mudancas-no-volkswagen-fox/" target="_blank"> Mudanças no Volkswagen Fox</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/volkswagen-novo-gol-sedan/" target="_blank">Novo Gol Sedan</a></li>
<li style="text-align: left;"><a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/volkswagen-deve-lancar-polo-suv/" target="_blank">Polo Suv</a></li>
</ol>
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		<title>Fernando Calmon: Todos de olho grande</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 19:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fernando Calmon]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias de Carros]]></category>
		<category><![CDATA[Olho grande]]></category>

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		<description><![CDATA[
TODOS  DE OLHO GRANDE 

A grande expansão de vendas do mercado brasileiro, a partir de 2004, está viabilizando segmentos anteriormente com pouca oferta de modelos. Um deles é o de utilitários esporte médios que cresceu quase 100% nos primeiros sete meses do ano, em relação a 2007. No ano atingirá cerca de 20.000 unidades, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="style1">
<div style="text-align: center;"><strong>TODOS  DE OLHO GRANDE </strong></div>
</div>
<p class="style1" align="justify">A grande expansão de vendas do mercado brasileiro, a partir de 2004, está viabilizando segmentos anteriormente com pouca oferta de modelos. Um deles é o de utilitários esporte médios que cresceu quase 100% nos primeiros sete meses do ano, em relação a 2007. No ano atingirá cerca de 20.000 unidades, menos de 1% do mercado de veículos de passageiros, porém a lucratividade atrai novos protagonistas.</p>
<p class="style1" align="center"><a href="http://www.jornalveiculos.com.br/controle/banner/cal_hit.asp?cd_assbanner=31" target="_blank"><img src="http://www.jornalveiculos.com.br/controle/banner/img/banner31.gif" border="0" alt="" width="400" height="60" /></a></p>
<p class="style1" align="justify">Produtos mexicanos serão cada vez mais atraentes no Brasil, pois o acordo comercial elimina o imposto de importação. A maioria dos modelos lá fabricados está voltada, ainda, para os EUA. Mas o cenário vai mudar com o perfil de veículos menores, no momento exigido pelos americanos. Aqui a Ford foi a primeira a se beneficiar, com o Fusion. E a GM traz agora o utilitário esporte Chevrolet Captiva. Insere no segmento um preço atraente – entre R$ 93.000,00 (4&#215;2) e R$ 100.000,00 (4&#215;4 por demanda) –, ao se considerar seu motor V6 de alumínio de 261 cv, o mais barato do mercado. E há ainda um 4-cilindros/2,4L/170 cv, que também poderia ser oferecido em 2009.</p>
<p class="style1" align="justify"><span id="more-314"></span></p>
<p class="style1" align="justify">Com 4,57 m de comprimento (menos que o Vectra) e entreeixos de 2,71 m, o Captiva oferece bom espaço interno e estaciona sem dificuldade. O estilo é equilibrado, capaz de agradar em diferentes mercados. A qualidade dos materiais do interior, os equipamentos de série (controlador de cruzeiro, ar-condicionado digital, redes duplas no porta-malas, etc.) e os recursos de segurança (seis airbags, controle de trajetória, monitor de pressão dos pneus) o tornam um modelo muito competitivo frente aos concorrentes – do Tucson ao Hilux SW4 (em breve com motor a gasolina). Fazem falta computador de bordo e regulagem de distância do volante.</p>
<p class="style1" align="justify">Câmbio automático de seis marchas, com comando seqüencial, permite rodar a 120 km/h a apenas 2.000 rpm. O motor tem potência e torque (33 kgf.m) de sobra. A unidade avaliada só com tração dianteira, em Los Cabos, México, mostrava uma breve instabilidade direcional ao se arrancar com firmeza, mas a GM garante que na versão adquirida aqui isso desaparece. O Captiva tem potencial de conquistar, facilmente, até 50% de participação no segmento, inclusive pela capilaridade dos 550 distribuidores da marca.</p>
<p class="style1" align="justify">O outro extremo do mercado também terá novidades. Carlos Ghosn, presidente da aliança Renault-Nissan, em viagem ao Brasil admitiu pela primeira vez que poderá lançar aqui um modelo de menos de US$ 10 mil (R$ 16 mil, sem impostos), baseado no que está sendo desenvolvido com o fabricante indiano Bajaj. “Não igual, porque a legislação e o estágio de exigência dos compradores são diferentes. Todos têm o desejo em comum de adquirir um automóvel novo. Hoje, inclusive, o carro nacional mais barato, embora antigo, já custa R$ 16.000,00 sem impostos”, analisou.</p>
<p class="style1" align="justify">Como todos os fabricantes mundiais estão de olho grande no crescimento do nosso mercado, a Nissan fabricará seu primeiro automóvel brasileiro, o monovolume Livina, de 5 e 7 lugares, sobre a arquitetura dos compactos anabolizados Logan/Sandero. Para confirmar a regra, a Suzuki volta ao Brasil depois de cinco anos, inicialmente como importadora. Não seria surpresa se também produzisse.</p>
<p class="style2" align="center">RODA  VIVA</p>
<p class="style1" align="justify"><strong>MODA</strong> aventureira continua a ter novos seguidores. Renault confirmou, para outubro, o Sandero Stepway com a fórmula suspensão elevada-adereços de praxe. Como a Fiat se deu a liberdade de classificar a station Palio Adventure Locker como “SUV light”, a Renault classifica o Stepway de “modelo estilo crossover”. Crossover não é estilo, mas um tipo de carroceria, bem diferente&#8230;</p>
<p class="style1" align="justify"><strong>BOA</strong> iniciativa da Anfavea ao organizar o seminário “Desafio da Mobilidade Urbana”, semana passada, em São Paulo, SP. Tema está longe ser levado a sério no Brasil, além de idéias simplistas de excesso de carros nas ruas. Quase nada de recursos de informática se aplica, nem mesmo painéis eletrônicos informativos. No futuro, pedágio urbano pode até ser considerado. Antes, há muito por fazer.</p>
<p class="style1" align="justify"><strong>SEM</strong> os enfeites de aventura e suspensões na altura normal, a station Palio Weekend ELX destaca-se pelas linhas – o melhor trabalho dos estilistas de Betim, MG até o momento –, além do espaçoso porta-malas. Pena que agora já não é mais possível a opção do motor de 1,8 L/114 cv (etanol). Em cidade, o motor de 1,4 L/85 cv dá conta do recado, porém carregada, na estrada, deixa bem a desejar.</p>
<p class="style1" align="justify"><strong>IDENTIFICAR</strong> álcool (etílico) como etanol é o primeiro passo, considerado pelos produtores nacionais, para torná-lo matéria-prima cotada em bolsa e preço estável. Não se trata apenas de trocar o nome nos postos de abastecimento. Há necessidade de especificação físico-química mundial do produto. Brasil e EUA começam a acertar os ponteiros nesse rumo. Muito bom.</p>
<p class="style1" align="justify"><strong>RESOLVIDO</strong> o imbróglio das novas placas de identificação que não encaixam nos pára-choques de alguns modelos. Contran autorizou dimensões até 15% menores que o padrão, nesses casos. Com um pouco mais de atenção, poderia ter-se evitado esse estorvo regulatório desnecessário.</p>
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		<title>Fernando Calmon: Segurança nunca é pouco</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 03:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>

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		<description><![CDATA[SEGURANÇA NUNCA É POUCO 
Trânsito nas grandes cidades e segurança veicular são temas interligados e estão na pauta do dia. A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva organizou, em São Paulo, um seminário para discutir problemas e soluções. A Inspeção Técnica Veicular (ITV), por exemplo, está em discussão há exatos 20 anos. Até hoje se limita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>SEGURANÇA NUNCA É POUCO </strong></h1>
<p>Trânsito nas grandes cidades e segurança veicular são temas interligados e estão na pauta do dia. A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva organizou, em São Paulo, um seminário para discutir problemas e soluções. A Inspeção Técnica Veicular (ITV), por exemplo, está em discussão há exatos 20 anos. Até hoje se limita a algo superficial no estado do Rio de Janeiro e, em 2009, apenas verificação de emissões no município de São Paulo.</p>
<p>Grandes congestionamentos, afirma o professor e especialista Jaime Waisman, não vão parar nenhuma cidade. O trânsito fica mais lento, porém a sociedade acaba por encontrar saídas. Planejamento, verbas de engenharia não-repassadas, aspectos educativos e culturais (carona) e investimentos em transporte sobre trilhos deveriam estar na linha de frente, entre outros.</p>
<p>César Urnhani, da Pirelli, destacou a importância da condução eficiente. Usando menos câmbio e freio, o motorista economiza, além de lidar melhor com o trânsito. Carlo Gibran, da Bosch, mostrou que Japão, União Européia, EUA e até a China têm compromissos formais e metas de redução de mortes em acidentes. A maioria das colisões seria evitada se o motorista reagisse meio segundo antes. Para tal, a assistência eletrônica permitirá em breve a visão periférica permanente de 360 graus, além de atuar sobre freios e direção de forma automática.</p>
<p>Estudos nos EUA reafirmam a importância dos cintos de segurança. Eles reduzem o risco de morte em 50% e, associados aos airbags, aumentam as chances de sobrevivência em mais 26%. O simples sistema de alerta de uso dos cintos poupou 5% das vidas. Para conscientizar as pessoas no Brasil, o Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) anunciará, no final do mês, um novo índice para os carros. Segundo Sérgio Fabiano, o objetivo é criar uma classificação ponderada de itens oferecidos de segurança ativa, passiva e patrimonial.</p>
<p>Orlando Silva, do Denatran, listou as regulamentações de vários dispositivos nos últimos dois anos. Reafirmou que faróis de xenônio não poderão ser simplesmente adaptados, a partir de janeiro de 2009. Haverá procedimento rigoroso a cumprir. Continuam em análise a obrigatoriedade de freios ABS, encosto de cabeça e cinto de três pontos para o passageiro central do banco traseiro e pré-tensionadores dos cintos dianteiros.</p>
<p>Ivan Lelis, da Philips, frisou o risco de acidente à noite três vezes maior do que o dia. Ainda assim, normas de potência elétrica das lâmpadas, linha de corte dos fachos e temperatura de cor (super branca melhor que azul, irresponsavelmente na moda) precisam ser seguidas. Kits de adaptação de lâmpadas de xenônio são liberados no Japão, mas proibidos na Europa e no Brasil.</p>
<p>Dispositivos de comunicação por Bluetooth (sem fio) para conversação com telefones celulares, mantendo as mãos livres do motorista, foram mostrados por Luiz Sales, da Motorola. A maioria dos países permite o seu uso, apesar de alegações polêmicas sobre distração. O fato é que há outros fatores bem mais perigosos envolvendo a falta de atenção, como cansaço e sonolência.</p>
<p>No total, mais de sete horas de palestras e debates deram o tom: nunca é pouco discutir segurança.</p>
<p style="text-align: center;">
<strong>RODA VIVA </strong></p>
<p>DEPOIS de novos recordes de produção e vendas em julho – no mês e no acumulado do ano –, a Anfavea confirmou: Brasil é o sexto maior produtor, posição nunca ocupada no ranking mundial. Quanto ao mercado interno, a entidade depende de dados da Rússia. Esse país, como o Brasil, integra a OICA (Organização Internacional dos Construtores Automobilísticos), mas sua estatística de emplacamentos é imprecisa.</p>
<p><strong>AINDA sobre ranking</strong>. Na Europa, de acordo com Jato do Brasil Informações Automotivas, compilando números da matriz inglesa, eis os mais vendidos no primeiro semestre: Golf, Peugeot 207, Focus, Clio, Corsa, Astra, Fiesta, Punto, Polo e BMW Série 3. Dos 10, nove são fabricados aqui (só Punto e Polo alinhados ao que se faz lá) e a classificação, bastante diferente. Focus, agora em setembro, também estará alinhado.</p>
<p><strong>CITROËN C3</strong> recebeu retoques para o ano-modelo 2009. Aproximou-se do modelo francês que, aliás, mudou quase nada desde 2001 (o novo está por chegar). Quadro de instrumentos é a principal diferença, maior na versão européia. Seguiu a tendência e agregou ar-condicionado digital, sensores de chuva e iluminação (versão Exclusive), sem reajustar preços.</p>
<p><strong>REVERTENDO</strong> a tendência – para o lado bom – novo Gol voltou a ter intervalo de troca de óleo de 10.000 km, em vez de 15.000 km (ou um ano). Muitos fabricantes encurtaram esse período, ao alegar problemas com combustível adulterado. Desconfia-se, porém, que a intenção era (e é) melhorar o fluxo de clientes nas oficinas autorizadas. Quem falhar, perde a garantia.</p>
<p><strong>PAULO Rollo </strong>compilou 23 anos nas estradas, onde rodou quase 1,5 milhão de km por 71 países, no livro Volta ao Mundo em 8.000 Dias. Com 232 páginas, centenas de fotos selecionadas e um DVD a publicação pode ser adquirida pela internet, no site http://www.paulorollo.com .</p>
<p style="text-align: right;">por: Fernando Calmon</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A ordem é economizar</title>
		<link>http://www.autonewsbrasil.com.br/a-ordem-e-economizar/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 18:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Admin2</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alta Roda nº 484 — Fernando Calmon — 4/8/08
ORDEM É ECONOMIZAR
A relativa calmaria no mercado internacional do petróleo – queda de até US$ 20,00 no preço do barril – reflete os resultados já esperados. A queda do consumo de combustível nos EUA e em outros países maduros diminuiu a pressão sobre os preços. Além disso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alta Roda nº 484 — <a href="http://colunistas.autonewsbrasil.com.br/">Fernando Calmon</a> — 4/8/08</p>
<h2 style="text-align: center;">ORDEM É ECONOMIZAR</h2>
<p>A relativa calmaria no mercado internacional do petróleo – queda de até US$ 20,00 no preço do barril – reflete os resultados já esperados. A queda do consumo de combustível nos EUA e em outros países<a href="http://www.autonewsbrasil.com.br/wp-content/uploads/2008/08/petroleo.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-172" title="petroleo" src="http://www.autonewsbrasil.com.br/wp-content/uploads/2008/08/petroleo-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> maduros diminuiu a pressão sobre os preços. Além disso, as vendas de veículos novos despencaram 12% nos EUA e em percentuais variados na Europa, no primeiro semestre. Portanto, desmonta-se a tese da especulação para explicar os aumentos expressivos dos últimos 12 meses.</p>
<p>O mundo entendeu que precisa mudar na área de transportes. Os americanos estão comprando menos picapes e utilitários pesados e partindo para automóveis e veículos mais leves. Na Europa, carros subcompactos nunca venderam tão bem. O recente progresso na tecnologia das baterias – peso menor, densidade de carga maior – permite algum avanço na oferta de modelos híbridos (motores a combustão e elétrico) e mesmo os puramente elétricos.</p>
<p><span id="more-171"></span></p>
<p>A área de biocombustíveis desperta cada vez mais interesse. Uma empresa americana, Gevo, pesquisa um novo tipo de álcool, o isobutanol. Entre as vantagens, em relação ao nosso etanol, estão o poder calorífico equivalente ao da gasolina, o custo só um pouco mais elevado e também servir como matéria-prima para biodiesel, bioquerosene de aviação e plásticos. Para o Brasil é um grande negócio porque essa tecnologia é bem mais eficiente a partir de álcool de cana-de-açúcar. Os investimentos nas atuais destilarias seriam relativamente baixos. Os estudos ainda levarão dois anos até chegar à escala comercial.</p>
<p>O isobutanol pode ter implicações mesmo na Europa, onde o diesel avançou entre os automóveis. Basta tomar o exemplo da Itália. Em 1980, o diesel – essencial em caminhões e ônibus – custava 55% menos que a gasolina. Mês passado, o diesel era vendido ligeiramente mais caro que a gasolina. O fenômeno ocorre em todos os países europeus em menor ou maior grau. O transporte de bens encareceu e os automóveis ainda subiram de preço porque a tecnologia para “limpar” motores diesel é cara e complicada. Estratégia pouco inteligente.</p>
<p>No Brasil, a boa notícia é que, finalmente, a etiquetagem de consumo de combustível começa em 2009. Coordenado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), o programa será lançado no próximo Salão do Automóvel de São Paulo (30/10 a 9/11), com dois anos de atraso. Uma das razões foram mudanças nos motores para a nova fase de emissões, a partir de janeiro.</p>
<p>Também causou muita discussão o enquadramento dos modelos. Optou-se pela área projetada no solo (comprimento vezes a largura) e oito categorias: subcompactos, compactos, médios, grandes, esporte, fora-de-estrada, picapes pesadas e leves. O programa é voluntário, mas cada marca informará o consumo de pelo menos metade dos modelos nacionais e importados à venda. A etiqueta trará esses dados e um gráfico de barras para o comprador conferir se o carro está acima ou abaixo da média da categoria.</p>
<p>É importante o País incluir, também, metas de diminuição de consumo, como o resto do mundo. Os fabricantes preferem desconversar. O programa de etiquetagem, porém, pode significar o primeiro passo nessa direção.</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>RODA VIVA</strong></h2>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>MÉXICO</strong> continua a ser alternativa para exportações ao Brasil. Acordo bilateral, sem imposto de importação, facilita tudo. GM acaba de inaugurar nova fábrica lá (US$ 1 bilhão de investimento) para produzir o Chevrolet Aveo, compacto moderno projetado na Coréia do Sul. Será exportado para a América do Sul, menos Brasil e Argentina, segundo os mexicanos. A conferir.</p>
<p><strong>FURTO </strong>de catalisador para venda de metais preciosos nele aplicado tornou-se quase epidêmico na Inglaterra. Ford trabalha com empresa especializada em marcações invioláveis na tentativa de amenizar o problema. Aqui se tem notícia de que oficinas desonestas, com ou sem consentimento do dono do carro, também substituem a peça por uma falsa. Grave prejuízo ao meio ambiente.</p>
<p><strong>INDEPENDENTE </strong>da polêmica escolha do nome 207, Peugeot tem produto de peso entre os compactos. Ambiente interno, materiais de acabamento (em especial do painel) e melhor isolamento acústico atraem. Outros destaques: comando do câmbio melhorado, suspensão mais silenciosa e preço menor (sem truques). Posição de dirigir não é ideal, nem o casamento estético de frente e traseira.</p>
<p><strong>IMPERDÍVEL:</strong> A História do Automóvel, primeiro volume (de três) do decano jornalista José Luiz Vieira sobre o tema. Paginado mais como revista do que livro tradicional, tem inúmeras informações curiosas em forma de drops. O mundo, por exemplo, tinha apenas 900 milhões de habitantes em 1800 (só a China, hoje, 1,3 bilhão). A mobilidade continua, como nunca, no centro das atenções.</p>
<p><strong>ILHAS </strong>de descanso para o público são parte da estratégia de feiras organizadas pela Reed, proprietária da Alcântara Machado. Empresa anglo-holandesa tentará implantá-las no próximo Salão do Automóvel, apesar das dificuldades do pavilhão do Anhembi, em São Paulo, que recebeu outra reforma parcial.</p>
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